Dolium

Esta é a marca ícone da Paulo Laureano Vinus. Produzida só em anos de excepcional qualidade do terroir da Vidigueira e de enorme qualidade e potencial das castas portuguesas. É simultaneamente um vinho que conta a história da empresa e a sua evolução. A sua disponibilização após uma primeira oferta a todos os clientes é condicionada.

Dolium Reserva Tinto

O ícone tinto, a marca mais antiga, com a primeira colheita datada de 1999, com base num “field blend”, onde existem 10 castas diferentes, mas só 3 identificáveis (Alicante Bouschet, Alfrocheiro e Tinta Grossa), o que lhe acrescenta mistério e complexidade, aromas mesclados e que, sobretudo o torna único. Enriquece com a adição de Trincadeira e Alicante Bouschet de vinhas muito velhas, retratando na perfeição o que de melhor a Vidigueira nos oferece. O nome Dolium traduz a “ânfora”, velhas talhas alentejanas, apesar de não ser um vinho de talha, traduz muito a admiração que temos pela cultura agrícola romana na Península Ibérica.

Um vinho único com uma produção limitada, é um dos rótulos mais especiais da nossa empresa sendo produzido apenas em anos de grande qualidade.
Fermenta em lagares e matura em barricas novas de carvalho francês.

Aromas exóticos de frutos negros, menta, carpaccio de carne, especiaria e folha de tabaco. Elegante, fino e profundo revela excelência e uma enorme longevidade.

Temperatura: 16/18ºC
Gastronomia: Pratos requintados de sabores intensos e especiados.

Dolium Escolha Branco

O ícone branco da empresa, este é um vinho proveniente da vinha mais velha de Antão Vaz que a empresa possui, com produções muito reduzidas, mas com uma qualidade e concentração inigualáveis. É uma casta com sotaque alentejano, consensual, rústica mas que bem se adapta a climas quentes e soalheiros e das suaves encostas da Vidigueira.

Este Antão Vaz é fermentado e longamente estagiado em barricas novas de carvalho francês. Um vinho lançado raramente, com uma produção limitada e com um perfil distinto da casta ex-libris da Vidigueira.

Notas muito finas e elegantes de fruta tropical madura, mineralidade marcante mesclada com notas citrinas. Especiarias brancas e tosta subtil. Estruturado, muito fresco e de longo e elegante final. Tem ainda uma especial apetência para uma excelente evolução em garrafa.

Temperatura: 12 a 14ºC
Gastronomia: Vieiras grelhados num molho de cogumelos selvagens.

 

Alicante Bouschet

Esta é uma das castas mais emblemáticas do Alentejo actual e não só. Há mais de um século nesta região o Alicante Bouschet encontrou aqui as condições ideais de clima para a expressão completa do seu caracter enológico. Por isso, hoje mais do que uma casta portuguesa por adopção, é sobretudo uma casta Alentejana.

O perfil que procuramos neste vinho é difícil por isso só foram produzidas 3 colheitas até hoje: 2005, 2008 e 2014.

Proveniente de vinhas com produções controladas, nunca mais de 27 hl/hectare, as uvas são fermentadas em lagar com parte dos engaços e posteriormente maturadas em barricas novas de carvalho francês.

Notas intensas de tinta da China, frutos negros, menta e chocolate amargo. Massivo, fresco, preenche por completo todo o palato com elegância e finura.

 

Paulo Laureano Alicante Bouschet

Provenientes de vinhas com produções controladas, nunca mais de 27 hl/hectare, as uvas são fermentadas em lagar com parte dos engaços e posteriormente maturadas em barricas novas de carvalho francês.

Notas intensas de tinta da China, frutos negros, menta e chocolate amargo. Massivo, fresco, preenche por completo todo o palato com elegância e finura.

Temperatura:15ºC
Gastronomia: Pratos densos e estufados de caça. Chanfanas, cabidelas e assados de porco preto.

Paulo Laureano Selectio

Uma marca que alberga os melhores varietais produzidos em cada colheita.

Paulo Laureano Selectio Tinta Grossa

Esta é uma casta rara, exclusiva da Vidigueira, que foi praticamente abandonada e extinta nos finais do século XX, tem um cunho marcadamente regional. Também conhecida como “Tinta da Nossa”, foi abandonada por ser um tanto ou quanto rebelde. Uma casta que exige atenção, carinho e elevação. Qualquer distracção é fatal, por isso um desafio.

Na Vinea Julieta, na Vidigueira, foi descoberta uma pequena mancha que tem permitido a sua expansão nas vinhas da empresa.

Acreditamos na singularidade, exotismo e raridade dos nossos terrois, e ainda no poder que têm de gerar grandes vinhos, criando futuros momentos de prazer e partilha. E é por isso que a Paulo Laureano Vinus é, desde 2006, o único produtor de vinhos varietais de Tinta Grossa. Uma casta de caracter único que reforça a nossa filosofia de uma aposta nas castas portuguesas e enriquece o nosso portfólio pelas suas características inigualáveis.

Com notas de fruta do bosque e madeiras exóticas a lembrar sândalo e ébano. No palato é surpreendentemente fresco, bem balanceado, fino e elegante. Mostra sólidos taninos que também contribuem para a sua longevidade.

Temperatura: 15ºC
Gastronomia: Pratos requintados de forno, que requeiram um vinho subtil e elegante.

Paulo Laureano Selectio Touriga Nacional

Esta é certamente uma das mais famosas castas tintas portuguesas, é a rainha das uvas tintas portuguesas, a Touriga Nacional é a casta símbolo da terra dos grandes poetas Camões e Pessoa. As suas primeiras referencias na história vêm desde há 200 anos. Tem a sua origem no Dão, mas seu cultivo há muito tempo ganhou importância em todo o território nacional, chegando ao Alentejo, mas sendo esta região um desafio para esta casta.

Uma Vidigueira quente, condiciona o seu desenvolvimento e motiva alguma variabilidade de colheita para colheita, por essas razões, esta casta, como vinho varietal, só é produzida em anos de excelência. Após a sua chegada à adega, fermenta em cubas de aço inox e estagia posteriormente em barricas de carvalho francês.

Notas de compota de frutos negros, alguma geleia de bergamota, folha de tabaco e especiaria. Massivo na boca, tem equilíbrio profundidade e um longo e agradável final.

Temperatura: 17ºC
Gastronomia: Cabrito no forno, chanfana, ensopados de carne do Alentejo.

 

 

Inventum

Inventum é o termo latim para “descoberta”, simbolizado pelo óculo que acompanha a marca. A descoberta que Vasco da Gama efectuou a partir das suas terras na Vidigueira e agora as descobertas que queremos proporcionar aos nossos clientes de coisas únicas, diferentes, mas plenas de prazer.

Inventum Branco

Uma selecção de uvas da casta Antão Vaz, nas vinhas mais velhas da Paulo Laureano Vinus, que posteriormente foram fermentadas em barricas de carvalho francês. O vinho matura nas barricas mais 4 a 8 meses, para ganhar untuosidade e complexidade.

Aromas intensos de fruta tropical madura, maracujá e manga, notas de especiaria, mineralidade e algum citrino. Macio, muito fresco, untuoso e com um enorme e agradável final de boca.

Recomendações:

Temperatura de consumo: 12 a 14ºC
Gastronomia: Caldeiradas de peixe, sopa de cação, pratos de bacalhau e queijos moles.

 

 

Inventum Tinto

Um lote de Aragonez, Trincadeira, Tinta Grossa e Alicante Bouschet, com forte identidade de Vidigueira, fermentado em cubas e lagares de inox e posteriormente estagiado em barricas novas e usadas de carvalho francês.

Um vinho com aromas complexos e elegantes de frutas maduras em compota, carpaccio de carne, especiaria e folha de tabaco. Balanceado, fresco, com uma boa estrutura e taninos sedosos e envolventes.

Recomendações:

Temperatura de consumo: 16ºC
Gastronomia: Pratos de carne no forno, ensopados e estufados, enchidos variados.

Paulo Laureano Escolha Bacalhau

Qual será o vinho perfeito para acompanhar um prato de bacalhau? Há muitos anos que se tenta encontrar uma resposta simples para esta questão complexa. Uma pareceria com a Norwegian Sea Food Council, com 8 receitas confeccionadas pela equipa do Chef Vitor Sobral, um dos Chefs portugueses com maior ligação à confecção deste prato tão típico, juntou vários gastrónomos, cozinheiros, jornalistas e sommelliers de diversos países, numa alargada pesquisa, e dois dias de provas intensivas. Desta parceria surgiu a resposta a pergunta inicial. Bacalhau Escolha Tinto e Branco.

De coisas tão nossas e tão únicas como as receitas de bacalhau sabemos nós, portugueses. Das raízes de um Alentejo quente, nasceram dois vinhos que se conjugam na perfeição com o ingrediente imprescindível na nossa cultura. Viajamos pela mineralidade do Bacalhau Branco, e pelas compotas e geleias de frutos negros do nosso Bacalhau Tinto.

Paulo Laureano Escolha Bacalhau Branco

Com base na casta Antão Vaz, fermentação e estágio em barricas de carvalho francês. Tem um perfil fresco e estruturado com uma marca profundamente gastronómica.

Aromas de fruta tropical fresca, citrinos e especiaria, tudo moldado por muita mineralidade. Com uma boa textura e acidez para balancear a gordura dos pratos de bacalhau, tem profundidade e elegância no seu final.

Temperatura: 12º
Gastronomia: Uma panóplia de pratos de bacalhau desde uma simples salada ao bacalhau confitado no forno.

Paulo Laureano Escolha Bacalhau Tinto

Aragonez, Trincadeira, Alicante Bouschet e Tinta Grossa, estagiados numa mescla de barricas novas e usadas de carvalho francês. Complexidade, diversidade e elegância para um complemento gastronómica amplo.

Notas de compotas e geleias de frutos negros, pimentão vermelho, alguma menta e frutos exóticos, com as notas da tosta da madeira a conferir complexidade. Fresco e elegante com taninos sedosos e longos.

Temperatura: 16ºC
Gastronomia: Uma panóplia de pratos de bacalhau desde uma simples salada ao bacalhau confitado no forno.

Paulo Laureano Genus Generationes

Nesta colecção que leva os nomes dos membros da família são colocados vinhos raros, exóticos e diferentes.

Paulo Laureano G.G. Maria Teresa Laureano Verdelho

 Os vinhos mais diferenciados, ou os projectos que precisam de muito carinho e paixão, integram a colecção Genus Generationes (gerações familiares). Este Verdelho é a Maria Teresa, a irreverente da família. Um Verdelho sui generis.

As uvas são provenientes de um bloco em que as vinhas velhas foram reenxertadas com varas de verdelho provenientes de vinhas também muito velhas. Há mais de 20 anos que fazemos consultoria na Ilha da Madeira e foi de lá, que trouxemos as varas que deram origem ao talhão da casta Verdelho, onde tem origem este vinho.

Fermentado em inox, o vinho passa algum tempo sobre uma borra fina de levedura, antes do engarrafamento.

Aromas com frutas intensas de mineralidade, carácter salino e algumas notas cítricas. Macio e fresco, revela aromas muito minerais e elegantes num final longo e pleno de prazer.

Um Verdelho único, com aromas da insularidade e um forte cunho das encostas de xisto da Vidigueira.

 

Temperatura – 12ºC
Gastronomia – Lapas, ostras, vieiras, peixes de forno.

 

Paulo Laureano G.G. Teresa Laureano Rosé Organic Wine

Decidimos fazer um rosé diferente e provocador. Um rosé orgânico, com certificação, sem quaisquer pesticidas ou herbicídas, sustentável, do Alentejo, e por isso diferente.

Para além da homenagem que faz à mulher da família, este vinho de pertencer à gama Genus Generationes, o que faz com que ganhe ainda mais carinho. Estas uvas são produzidas e desenhadas unicamente para este rosé, provenientes de uma parcela de vinha biológica pertencente à primeira vinha da empresa, na região demarcada de Évora.

O Aragonês é a base deste vinho, equilibrado em termos aromáticos, traduzindo-se posteriormente no vinho, trazendo suavidade à sua estrutura.

Após a sua colheita, as uvas são colocadas na prensa onde permanecem até obtermos o nível de cor que estamos à procura, pois tendo os rosés uma forte ligação gastronómica, quisemos estruturar a sua cor.

Fermenta como um vinho branco e estagia em Inox. Surgem aromas intensos de groselhas frescas e morangos. Na boca, tem a macieza dos vinhos do Alentejo, mas segue-se uma explosão de acidez, que o torna num desafio.

Temperatura – 12ºC
Gastronomia – massas, saladas, comida de conforto.

 

Paulo Laureano G.G. Miguel Maria Laureano Alfrocheiro

Também este vinho faz parte do grupo de produtos que exige carinho e paixão, integrando por isso também a gama Genus Generationes. A região da Vidigueira pelas suas características diferenciadas sempre atraiu pessoas e famílias de outras regiões, que para aqui trouxeram novas castas, algumas das quais provaram uma enorme adaptação, como é o caso do Alfrocheiro.

Esta é uma casta proveniente do Dão, há mais de 100 anos na Vidigueira, com uma adaptação extraordinária às condições de solo e clima da região. É, no entanto, uma prima dona, precisa do vigor controlado e uma baixa produção para produzir vinhos extremamente equilibrados com capacidade para manter uma acidez elevada e taninos vigorosos, o que a torna tão importante nestas terras do Sul soalheiro.

Este é o nosso vinho azul, em função do seu aroma de frutas azuis, mirtilos e amoras maduras. É elegante, equilibrado, com uma frescura surpreendente e um longo e harmonioso final, como se de excelente música se tratasse. É por isso que o Alfrocheiro é o Miguel Maria o músico da família.

Temperatura – 16ºC
Gastronomia – Caça, cabrito no forno, peixes gordos no forno.

Paulo Laureano Vinhas Velhas Branco

Antão Vaz, Arinto e Fernão Pires provenientes de vinhas com mais de 40 anos são a alma deste vinho. Antão Vaz fermentado em Barrica, Arinto e Fernão Pires em Inox para manterem intactas as suas características de aroma.

Fruta tropical fresca e elegante, cítrico, notas de flores brancas e alguma especiaria branca. Na boca é sedoso, mostra uma excelente acidez, longo e atrativo. Floral, notas minerais e tropicais.

Temperatura – 12ºC
Gastronomia – Peixes na grelha ou no forno, frango estufado, queijos de pasta mole.

Paulo Laureano Vinhas Velhas Tinto

Uma combinação de Aragonez, Trincadeira e Alicante Bouschet. Fermentação em cubas de inox e estágio de 12 meses em barricas novas e usadas de carvalho francês.

Notas de fruta negra em compota, pimentão vermelho, alguma menta, café verde e tosta. Na boca é balanceado, elegante, fresco e irreverente.

Temperatura – 16ºC
Gastronomia – Coq au vin, pratos de porco alentejano, produtos de fumeiro.

 

Paulo Laureano Vinhas Velhas Organic Wine Tinto

Seguindo a nossa filosofia e ao mesmo tempo acompanhando as necessidades atuais da sustentabilidade, nasceu um vinho orgânico.

De perfil elegante e atractivo, mostra o nosso comprometimento com a sustentabilidade e a preservação do ambiente. Uma combinação de Aragonez, Trincadeira e Alicante Bouschet, o clássico e intemporal “blend” do Alentejo, proveniente da vinha orgânica Vinea Maria. Com fermentação em cubas de inox e estágio de 12 meses em barricas novas e usadas de carvalho francês.

Notas de fruta negra em compota, intensas percepções terrosas, menta, café verde e tosta. Na boca é estruturado, elegante, fresco e com longo final.

Temperatura – 16ºC
Gastronomia – Cogumelos selvagens, pratos de porco preto.

Paulo Laureano Vinhas Velhas Private Selection Branco

Antão Vaz, uma das castas mais emblemáticas da Vidigueira. Apesar de não se saber muito bem a sua origem, a verdade é que é nesta região que tem o seu melhor desempenho. O Antão Vaz, presente neste vinho, é proveniente de parcelas de vinhas velhas com várias décadas e de produções baixas, recreando vinhos de qualidade inesquecível e diferenciada. Um característica muito típica daquilo que é o Antão Vaz produzido nas nossas vinhas é o aroma de manga muito madura, casca de tangerina, muita mineralidade conferida pelo xisto negro, e especiarias.

Fermentou em barricas novas de carvalho francês, onde estagiou posterior de 6 meses.

Um vinho sedoso, com uma grande frescura. Mostra um corpo elegante e um longo e atractivo final de boca.

Gastronomia – Vieiras, lapas, frutos do mar, peixes de requintada confecção.

Paulo Laureano Vinhas Velhas Private Selection Tinto

Juntámos ao lote tradicional de castas Alentejanas a Touriga Nacional, proveniente das parcelas mais velhas da Vinha Julieta. Uma casta com uma personalidade fortíssima, tal como este Private Selection. Frescura vinda de uma escolha cuidada de Aragonez, muita Trincadeira para lhe dar especiarias, Alicante Bouschet que acrescenta estrutura e longevidade, e as flores e bergamotas da Touriga Nacional.

Fermenta em cubas e lagares de inox, e estagia 12 meses em barricas novas de carvalho francês. Descansa um ano em garrafa, de forma a conseguir a harmonia plena.

No copo, aroma fino e profundo de compota de ameixas, especiaria, menta e notas exóticas. Na boca, corpo estruturado, mas pleno de elegância. Longa e agradável persistência.

Temperatura – 16ºC (17 a 18ºC com evolução)
Gastronomia – assados, caça, queijos azuis.

 

Paulo Laureano Tinto

Um lote de Aragonez com Trincadeira e uma pequena percentagem de Alicante Bouschet. Após a fermentação em cubas de inox, uma pequena parte estagia em barricas de carvalho francês.

Aroma de ameixas maduras, frutos negros, especiaria, um conjunto com frescura, estruturado de taninos jovens irreverentes sem perderem a sedução das terras quentes do Alentejo.

Temperatura – 15ºC
Gastronomia – Carnes vermelhas na grelha, enchidos, peixes gordos.

Paulo Laureano Branco

Antão Vaz, fermentado em inox, a baixa temperatura, procurando o perfil varietal da casta. Após algum tempo em contacto com uma fina borra de levedura (“sur lies”) foi engarrafado.

Notas de fruta tropical madura, ligeiros citrinos e uma mineralidade intensa. Na boca é envolvente, sem deixar de manter uma boa frescura e um desafiante final.

Temperatura – 12ºC
Gastronomia – Peixes na grelha, frutos do mar, queijos de pasta mole.

 

Paulo Laureano Espumante DOC Bucelas

Um branco desenhado a partir das castas Esgana-Cão e Arinto. O vinho base fermenta em barricas usadas e a segunda fermentação decorre em garrafa, preservando o método clássico. 60 meses de autólise, no mínimo, antes do degorgement, para garantir um balanceamento perfeito. Este é um espumante muito especial, com enorme longevidade, o que mostra a sua exclusividade.

Aromas de tosta de pão e um forte acento mineral. Bolha fina, frescura acentuada e um perfil de enorme elegância. Um espumante onde o perfil enológico de Bucelas se mostra de forma única.

 

Recomendações:

Temperatura de consumo – 10ºC
Gastronomia – frutos do mar e gastronomia de requinte.

 

Paulo Laureano IG Açores

Feito sobretudo de Arinto com algum Verdelho.

Moldado pelo clima atlântico que envolve os Açores, uma zona plena de história e um dos nossos terrois únicos, pelo basalto, que confere personalidade e identidade única aos vinhos, e pela proteção dos currais e curraletas. Desenhámos este vinho, traduzindo toda a excelência e identidade deste local especial.

Fermentado em inóx com um pequeno estágio sur lies.

Tem um perfil bastante citrino, assente nas notas de casca de limão, um floral elegante, apontamentos minerais de sílex. Corpo cheio, cortado por um traço levemente salino, num tom preciso, seco e sério. Sem exuberância, um vinho firme, muito limonado, vibrante e longo.

Recomendações:

Temperatura de consumo – 12ºC
Gastronomia – ostras, vieiras e frutos do mar.

 

Paulo Laureano Branco DOC Bucelas

Bucelas é sem dúvida um outro terroir de eleição, vales profundos, solos de magnas calcárias fortes e castas brancas de fino perfil. É com este enquadramento que se desenha este Bucelas, que após a fermentação, estagia muitos meses sobre uma borra fina de levedura. Depois de engarrafado, a maturação durante um longo período, induz um conjunto de características que mostram a excelência e diferenciação. Vinhos de caracter inigualável.
Aroma mineral intenso, profundo e longo. Na boca a uma enorme frescura, sucedem-se notas de “secura” balanceada, equilíbrio e um longo e elegante final.

Recomendações:

Temperatura de consumo: 12ºC
Gastronomia: ostras, vieiras e frutos do mar.

 

Casa das Infantas By Paulo Laureano

Às portas de Guimarães, Diogo Villas Boas vive com as suas Infantas no seu solar minhoto, rodeado de vinhas onde predomina a casta Loureiro, uma casta que tem vindo a assumir cada vez maior destaque nos últimos anos. Quando decidiu ser viticultor teimou que seriamos nós a produzir os seus vinhos, e aos amigos não se diz que não. Um vinho verde, irreverente, proveniente de uma vinha pequena, plantada em solos graníticos com a exposição sul.

Este Loureiro, após a fermentação, foi deixado por alguns meses num borra fina de levedura, para aumentar estrutura e também de forma a adquirir mais equilíbrio.

No nariz, mostra a nota típica da flor que lhe dá o nome, louro, com um componente cítrico e algumas notas mais tropicais.

Na boca, apresenta uma enorme frescura, integrada, com um equilíbrio que mostra como estamos perante uma casta de enorme potencial e qualidade.

Recomendações:

Temperatura de consumo – 12ºC
Gastronomia – ostras, vieiras e frutos do mar.